Pregação: Quem é você?

Publicado: julho 4, 2010 em Uncategorized
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 A Palavra de Deus em Genesis 1:26 e em Genesis 5:1 nos leva a entender que fomos feito a imagem e semlhança do Próprio Deus. Logo, se eu hoje o conheci verdadeiramente e o Espírito Santo de Deus habita em mim, não há mais espaço para as velhas emoções existirem, pois o velho homem deve morrer, para que o novo homem possa viver. Certo? Pensando assim, minhas atitudes e sentimentos devem ser semelhantes as atitudes e sentimentos de Cristo Jesus. E para que isso aconteça de verdade é preciso conhecer a Palavra, pois ela tras a verdade que liberta.

Analisemos este trecho em Galátas 5:16 a 26, aqui conhecemos quais são os frutos da carne (velho homem) e os frutos do espírito (novo homem). Dessa forma, devemos sondar o mais íntimo de nosso coração e buscar em Deus se verdadeiramente temos dia após dia matado nossa carne e dado vida ao nosso espírito. Uma vez que sabemos que podemos todas as coisas em Cristo, devemos clamar a Ele que nos ajude a abrir mão de nossas próprias vontades e até mesmo de algumas atitudes que acreditamos ser nossa e que muitas vezes foi criada em nós por outras pessoas. As vezes vestimos máscaras, capas, que escondem quem verdadeiramente somos. Se Deus disse que nos fez a imagem e semelhança dEle, então assim somos. É claro que por causa do primeiro Adão essa imagem fica meio descaracterizada, mas com a vinda de Cristo, recebemos de volta a nossa imagem clara e certa, como no princípio dos tempos. Muitos filósofos assim com Freud e Nietzche criaram teorias afirmando que o homem é influênciado pelo meio. Muitas vezes nos tornamos nervosos, por sermos criados em ambientes que favorecem esses sentimentos, mas isso não é razão para nos tornarmos eternamente nervosos. Uma vez que eu aceitei Cristo, recebi também nova vida e agora vou aprender a caminhar como o Senhor e Salvador da minha vida. E é por isso, que Deus hoje te pergunta… “Quem é você?”… “Quem você tem sido?”.

Vamos refletir melhor sobre isso, lendo uma parábola de James Aggrey, relatada por Leonardo Boff.

“Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Embora a águia fosse o rei / rainha de todos os pássaros. Depois de cinco anos, este homem recebeu a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:
– Este pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.
– De fato, – disse o camponês. É águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão.
– Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.
– Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.
Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse:
– Já que de fato você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!
A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.
O camponês comentou:
– Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
– Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.
No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurou-lhe:
– Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!
Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas.
O camponês sorriu e voltou à carga:
– Eu lhe havia dito, ela virou galinha!
– Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.
No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram-na para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas.
O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:
– Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra as suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte.
Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergueu-se soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez para mais alto. Voou… voou… até confundir-se com o azul do firmamento.”

Esta parábola evoca dimensões profundas do espírito, indispensáveis para o processo de realização humana: o sentimento de auto-estima, a capacidade de dar a volta por cima das dificuldades quase insuperáveis. Cada pessoa tem dentro de si uma águia. Ela quer nascer. Sente o chamado das alturas. Busca o sol. Uma águia tem dentro de si o chamado do infinito. Seu coração sente os picos mais altos das montanhas. Por mais que seja submetida a condições de escravidão, ela nunca deixará de ouvir sua própria natureza de águia que a convoca para as alturas sublimes. As pessoas que alçam vôo sublime são as que se recusam a deitar-se, a suspirar e desejar que as coisas mudem! Tais pessoas não reclamam sua sorte e tampouco sonham, passivamente, com algum navio longínquo que vai chegando para levá-la pra bem longe. Em vez disso, visualizam em suas mentes que não são desistentes; não permitirão que as circunstâncias da vida as empurrem lá para baixo, e as mantenham subjugadas como galinhas. Vamos, voe… Voe e vença, ocupe o lugar a que é seu no alto do penhasco.

Você sabia que este animal a Águia,  é uma ave que chega a viver até 70 anos. Mas para chegar a essa idade, ela tem de tomar uma séria e difícil decisão por volta dos 40 anos. Nessa idade, ela está com as unhas compridas e flexíveis, não conseguindo mais caçar suas presas para se alimentar: seu bico alongado e pontiagudo já está curvo; suas asas estão apontando contra o peito, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas; e voar já esta se tornando uma tarefa difícil! Então, a águia só tem duas alternativas: morrer… Ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias. Essa etapa consiste em voar para o alto de uma montanha e recolher-se em um ninho próximo a um paredão, onde ela não necessite voar. Após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico contra a rocha até conseguir arrancá-lo. Depois de arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E somente depois de cinco meses ela sai para seu famoso vôo de renovação. E poderá viver, então, por mais uns 30 anos.

Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Para que continuemos a voar um vôo de vitórias, devemos nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causaram dor. Somente quando nos livramos do peso do passado é que podemos aproveitar o resultado valioso que uma auto-renovação sempre traz. Por isso que o Senhor te pergunta hoje: “Quem é você?” Eu não te criei para morrer, mas para viver. Lute! Em Cristo nós temos a Vitória sempre. Nunca se esqueçam, pois foi o próprio que Cristo que nos disse que no mundo teríamos aflições, mas que nunca estaríamos sós, pois ele mandaria o Consolador, seu Espírito da verdade, o qual o mundo não pode ver, mas que habitaria em nós pra sempre. Meditem e vivam João 14, foi umas das últimas recomendações que Jesus nos deixou.

E decida hoje, a ser quem você realmente é. Conforme Deus te criou. Para ser quem Ele sempre sonhou que você fosse.

 

IMAGEM E SEMELHANÇA DELE… TOTALMENTE LIVRE!!!

 

comentários
  1. marcos disse:

    maravilha

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